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Afroturismo pantaneiro ganha destaque nacional com atuação da Bela Oyá

ela Oyá Pantanal promove a pauta de afroturismo em três estados diferentes - Fonte: FCMS

Agência sul-mato-grossense apresenta roteiro inédito em São Paulo e reforça presença em eventos de Minas Gerais e Campo Grande, impulsionando a valorização da memória e cultura preta no Pantanal.

O afroturismo de Mato Grosso do Sul conquistou visibilidade inédita neste mês com a atuação da Bela Oyá Pantanal, primeira agência especializada do Estado. Com agendas em São Paulo, Minas Gerais e Campo Grande, a iniciativa tem ampliado o reconhecimento da cultura, da história e da identidade do povo preto pantaneiro.

Na última sexta-feira (22), a CEO da agência, Thayná Cambará, apresentou no palco Sebrae ART, durante o 9º Salão do Turismo – Conheça o Brasil, em São Paulo, o Circuito Kaô Corumbá de Xangô, primeiro roteiro estruturado de afroturismo em Mato Grosso do Sul. O projeto foi selecionado pelo Sebrae Nacional entre 70 experiências de todo o país – apenas três delas sul-mato-grossenses.

“O Salão do Turismo chancela nosso trabalho nesses dois anos e meio de operação. É a certeza de que estamos no caminho certo, trazendo transformação, inovação e reconhecimento às nossas comunidades”, destacou Thayná.

Além da apresentação, a empresária participa das ações formativas da Embratur sobre afroturismo e do atendimento ao público no estande de Mato Grosso do Sul, onde o Estado reúne vivências e produtos culturais na chamada Cesta de Experiências.

Presença em Minas e no Ruraltur MS

Antes da agenda em São Paulo, a Bela Oyá integrou uma missão técnica em Minas Gerais, entre 28 de julho e 4 de agosto, passando por Lavras, Santa Rita do Sapucaí e Itajubá. A viagem reuniu lideranças de 13 cidades sul-mato-grossenses em intercâmbio de experiências sobre inovação e desenvolvimento econômico.

Paralelamente, a agência também marcou presença em Campo Grande, durante o Ruraltur MS, por meio da parceira LR Travel Experience, que apresentou os circuitos culturais pantaneiros ao público.

Afroturismo como política de transformação

Para Thayná, a atuação em diferentes estados mostra que o afroturismo pode ser um eixo estratégico de combate ao racismo e fortalecimento da economia criativa.

“Estar nesses espaços é um ato de resistência, protagonismo e futuro. O afroturismo é sobre memória, identidade e desenvolvimento coletivo. É sobre mostrar que nossas histórias e territórios têm potência para transformar o turismo brasileiro”, concluiu.

Fonte:
Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS)

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